quarta-feira, 3 de julho de 2013

Mistura Fina inova no Jardim Botânico

Entrevistei a Nara Maria, idealizadora do evento Mistura Fina, localizado no Jardim Botânico, sobre como surgiu este formato criativo de evento que mescla moda, beleza e amizade. Como surgiu a ideia da realização do Mistura Fina? Nara Maria- Essa foi uma proposta que nasceu no meu coração, fazer este evento que acontece uma vez ao mês, geralmente o primeiro sábado do mês, com a intenção de divulgar nosso trabalho e receber as pessoas para um bom bate-papo, um chá delicioso, abrir as portas para novas amizades e a exposição de vários tipos de arte. As pessoas não tem mais tempo para nada, fazem tudo correndo e quando criamos um clima agradável para botar a conversa em dia, regado a um chá relaxante, é tudo de bom! Você só expõe artesanatos? Temos vários tipos de trabalhos manuais, paisagismo, aliando a preocupação com o meio ambiente, temos bolsa recicladas de artistas de Minas Gerais, desta forma podemos ter peças bonitas e a reciclagem.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Dicas de cuidados com a casa:Anti-traça para gaveta de roupas

É muito fácil, material necessário: tesoura, filó, 5 cravos, um pedaço de fita Como fazer: Coloque os cravos no meio do filó e amarre com o pedaço de fita formando um sache. Está pronto, basta colocar em suas gavetas de roupas que as traças se afastarão!

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

E a ditadura?

Como define o wikipédia,” Ditadura é a designação dos regimes não-democráticos ou antidemocráticos, ou seja, governos onde não há participação popular, ou que essa participação ocorre de maneira muito restrita. Na ditadura, o poder está em apenas uma instância, ao contrário do que acontece na democracia, onde o poder está em várias instâncias, como o Legislativo, o Executivo e Judiciário. Diz-se que um governo é democrático quando é exercido com o consentimento dos governados, e ditatorial, caso contrário. Diz-se que um governo é totalitário quando exerce influência sobre amplos aspectos da vida dos governados, e liberal caso contrário.” Os mesmos militantes que atribuem o atraso brasileiro na educação a ditadura militar, são os que hoje desmoralizam abertamente o Brasil colocando na presidência do Senado um político ficha-suja! Pergunta: aonde está a ditadura mesmo?

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

A construção de uma liderança civil

A partir da minha formação de educadora tenho procurado dar minha contribuição na área social e ambiental. Acredito que uma mudança social se obtém com consciência de desapego de seus próprios interesses e o olhar para a fragilidade do próximo. No Brasil, infelizmente, ainda são poucas as pessoas que se dedicam à defesa de causas públicas, movidas pelo simples desejo de contribuir de forma desprendida para a construção de uma sociedade mais justa, sem qualquer pretensão político-partidária. Temos visto pessoas que se autodenominam líderes e nada realizam em prol dos cidadãos que mais necessitam. É lamentável também perceber que algumas poucas pessoas, por se interessarem pela causa social são vistas erroneamente como pretendentes a cargos eletivos. Considero esta atitude um desestimulo a prática da cidadania. Precisamos incentivar a formação de lideranças civis e somente através de uma educação para a cidadania e do fortalecimento dessas lideranças cidadãs poderemos construir uma consciência coletiva forte.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Projeto recolhe tampinhas de garrafa nas praias cariocas

Os quiosques das praias de Copacabana, Ipanema e Leblon, na zona sul da capital fluminense, vão ganhar 30 postos de coleta de tampas de garrafas de vidro. O projeto da organização não governamental (ONG) Onda Carioca tem o objetivo de recolher as tampas de metal do ambiente e conscientizar a população para a sua reciclagem. A ONG informou que o projeto terá apoio da concessionária Orla Rio, que administra os quiosques do Leme à Prainha e os postos de salvamento do Flamengo ao Pontal. Segundo o fundador e presidente da organização, Júlio César Gomes, o projeto vai até o dia 26 de abril e a finalidade é recolher nesse período 50 mil tampinhas. “A tampinha de metal é a única que não tem reciclagem, em comparação com as de plástico, entre outras. Então resolvi criar as ecotampas, que as transforma em broches e imãs personalizados. Há dois anos que faço esse trabalho. A meta nesse período é reciclar 50 mil tampinhas e expandir o projeto para toda as praias”, disse o fundador da ONG.

Moda: sapatilhas “Cláudia Leite”

Linha Ballasox, ideais para quem leva uma vida corrida, as sapatilhas lançadas na coleção da Couromoda 2013 em São Paulo, oferecem conforto aos pés. Os calçados são baixinhos e contam com um elástico que se ajusta ao formato do pé. Podem ser encontrados modelos com lantejoulas, aplicações de taxinhas e também com uma coruja dourada repleta de brilhos. Uma boa opção para quem tem jornada tripla de trabalho!

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

As ratazanas do erário vem de longa data!

A história nos mostra que somos resultado da ganância e corrupção dos nossos colonizadores que chegaram não com vontade de criar uma nova nação e sim explorar a terra e levar do Brasil todo tipo de riqueza. Nosso meio ambiente é testemunha! Esta ganância também deixou uma cultura arraigada no país para mais de 500 anos de história contada, a de se beneficiar ao máximo do que é de todos sem sofrer punição. Uma grande parte dos que administram o que público (o que pertence a todo cidadão), se apropria de altos valores através de esquemas de corrupção, enriquecimento ilícito, drenando as riquezas da nação, assaltando os cofres públicos e deixando um vazio criminoso nas verbas destinadas a atender às necessidades sociais. Muito nos revolta estar nas comunidades convivendo com anos de pouco caso, com a miséria de tantos jovens e crianças sem lazer, cultura e acesso a tudo que é bom e necessário para sua estima estar alta, sem correr o risco de estar à mercê de más companhias. Vemos nas grandes mídias o destaque “somos a 6ª economia do mundo”, mas eu vejo todos os dias nas comunidades muito sofrimento e pobreza. Não me refiro somente a pobreza econômica, mas uma ausência de perspectiva, falta de conhecimento do que é seu direito. As antigas ratazanas continuam até hoje ceifando o que é público.